Associação Cultural de Mulheres Negras, estará realizando no dia 17 de setembro de 2016 um encontro sobre as Mulheres Negras na Politica, local Sindserf, endereço Rua: Bento Martins n°24, 9° andar Porto Alegre/RS horário: das 09:00 até 12:00.Faça sua inscrição entre em contato com Acmun.
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O Projeto Conhecer: Informação e Orientação Sobre Prevenção DST/HIV/AIDS E Saúde da População Negra, foi desenvolvido pela ACMUN e tem como objetivo geral informar a população (especialmente as mulheres, e dentre estas as mulheres negras) que acessam as Unidades Básicas de Saúde, através da realização de oficinas na sala de espera que possibilite de maneira dinâmica envolver a todas sobre a importância do auto cuidado, e do cuidado com o outro em relação à prevenção das DST/HIV/AIDS e Hepatites
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A ACMUN, através do Programa "Agentes Multiplicadoras em Saúde", iniciou neste domingo ação de intervenção para prevenção de Tuberculose junto à familiares de presos no Presídio Central de Porto Alegre. Esta ação está sendo realizada em parceria com o Programa Nacional de Tuberculose do Ministério da Saúde e o Grupo Thema de Comunicação, no âmbito do Projeto TB Reach - Tuberculose: Informação e tratamento curam".

Segundo dados do Ministério da Saúde, a Tuberculose tem uma incidência média de
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NOTÍCIAS
27/04/2015
RACISMO RELIGIOSO É CRIME

O projeto de Lei 21/2015, de autoria da deputada Regina Becker Fortunati (PDTRS), que prevê a proibição do ?sacrifício? de animais pelas religiões de matriz africana, vai de encontro ao que estabelece o Código Estadual de Proteção aos Animais e, por ser mais um exemplo de racismo a essas religiões, vem causando polêmica e revolta, junto à comunidade negra gaúcha e, em especial, aosas seguidoresas dessas religiões.

Todosas sabemos que as religiões têm seus rituais próprios, muitos, alicerçados em mitos, transmitidos pelos ancestrais. São eles e através deles que se aprende o que deve e não deve ser feito e muitos estão relacionados com a natureza, com os meses do ano, fases da lua e assim por diante. Cabe as lideranças religiosas manter essas tradições, onde a fé tem papel singular.

Nesse sentido, nós, mulheres negras gaúchas, descendentes das aguerridas quilombolas e que lutam pela vida, vimos denunciar a violência racial contra as comunidades religiosas do Rio Grande do Sul e do Brasil. O exemplo atual mais em evidência é o projeto de Lei 21/2015, de autoria da deputada Regina Becker Fortunati (PDTRS). Esse projeto, além do racismo religioso, demonstra a continuidade da perseguição às religiões de matriz africana, confronto aos Direitos Humanos e ainda agride os princípios da Constituição Federal, que diz que o Brasil é um Estado Laico.

Em artigo publicado em uma coluna no Jornal baiana A Tarde, assinada por Mãe Stela ? ialorixá e integrante da Academia Baiana de Letras- ela foi brilhante e didática ao afirmar que essas religiões têm ?uma profunda relação com o planeta Terra, tanto que suas danças são feitas com os pés totalmente plantados no chão, diferente do balé... Essa ligação com a terra não poderia excluir a necessidade que o homem tem de se alimentar para sobreviver. Oferecemos aos deuses tudo aquilo que nos mantém vivos e alegres: alimentos, flores, perfumes, água limpa e fresca.

Tranquilizo os leitores dizendo que no dia em que os homens deixarem de ter na mesa galinha, galo, carneiro, porco, boi? naturalmente esses animais deixarão de ser ofertados aos deuses... Se a desculpa para crítica de sacrifício de animais se deve ao fato de eles serem seres vivos, gostaria de lembrar que laranja, alface, couve também são seres vivos?.

Nós, mulheres negras gaúchas, descendentes das aguerridas quilombolas e que lutam pela vida, defendemos o direito de continuarmos mantendo nossas religiões, rituais e dogmas. E sugerimos que tamanho empenho em negarem nossas tradições se transformem em ações enérgicas para o enfrentamento do racismo, do sexismo, no respeito à diversidade religiosa e pela implantação efetiva da historia e cultura afro-brasileira nos currículos escolares.

A Marcha das Mulheres Negras contra o racismo, o sexismo e pelo bem viver, também é a Marcha dos povos de terreiro de todo o Brasil CONTRA A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA!!

Marcha das Mulheres Negras contra o racismo, a violência e pelo bem viver.
Brasília, 18 de novembro de 2015
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